O botijão do GLP, o gás de cozinha, poderá vir a ter uma sensível redução em seus preços que pode chegar até algo em torno de R$ 7, quase 22% do preço médiuo adual dade R$ 32. É que a Câmara dos deputados está prestes a criar a Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 0292/2004, de autoria do deputado Pedro Fernandes (PTB/MA), que concede imunidade tributária na comercialização do Gás Liquefeito de Petróleo )GLP). Pelo projeto, o GLP seria isento tanto de ICMS como do PIS/Cofins. O presidente do Sindigás, que reúne as empresas distribuidoras de GLP, Sérgio Bandeira de Mello, considera importante a criação da Comissão e pelo menos comecar a diuscussão sobre o assunto. Mesmo que o o projeto que for aprovado não desonere totalmente o produto, segundo Mello, já seria muito positivo zerar a alíquota do PIS/Cofins, como acontece em algums produtos como o arroz e feijão. Outro ponto importante para Mello, seria os os estados discutirem também unificar o ICMS que hoje varia de 12% a 18%. O Globo RIO.
Congresso estuda isenção de impostos para botijão de gás
O botijão do GLP, o gás de cozinha, poderá vir a ter uma sensível redução em seus preços que pode chegar até algo em torno de R$ 7, quase 22% do preço médiuo adual dade R$ 32. É que a Câmara dos deputados está prestes a criar a Comissão Especial para analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 0292/2004, de autoria do deputado Pedro Fernandes (PTB/MA), que concede imunidade tributária na comercialização do Gás Liquefeito de Petróleo )GLP). Pelo projeto, o GLP seria isento tanto de ICMS como do PIS/Cofins. O presidente do Sindigás, que reúne as empresas distribuidoras de GLP, Sérgio Bandeira de Mello, considera importante a criação da Comissão e pelo menos comecar a diuscussão sobre o assunto. Mesmo que o o projeto que for aprovado não desonere totalmente o produto, segundo Mello, já seria muito positivo zerar a alíquota do PIS/Cofins, como acontece em algums produtos como o arroz e feijão. Outro ponto importante para Mello, seria os os estados discutirem também unificar o ICMS que hoje varia de 12% a 18%. O Globo RIO.